Como
diria um tirador de sarro, Curiúva fica "3 cabo
de machado e 1 caixa de fósforo pra lá do fim
do mundo". Mas isso era no tempo que não havia
um pedaço sequer de asfalto chegando na cidade, porque
o progresso chegou. Hoje podemos dizer "Um dos maiores
entroncamentos rodoviários do sul do país".
Se a promessa do Governador Roberto Requião de construir
as tais "Estradas da Liberdade" sair do papel, a
velha Rodovia do Cerne, que até os anos 60 era a única
ligação de Curitiba com o norte do Estado, voltará
a fazer parte das principais rotas do Paraná.Brincadeiras
e exageros a parte, pode-se dizer que Curiúva fica
na divisa do norte com o sul do paraná, agregando características
físicas e geográficas das duas regiões.
A própria colonização do município
deu-se tanto por paranaenses de Tibagi e Piraí do Sul,
quanto por mineiros e paulistas. Até
mesmo na maneira de falar, nota-se que em Figueira e Sapopema,
o sotaque é mais nortista, com uso do "ti"
no final. Em Curiúva, a maioria da população
puxa mais para o "leiTE quenTE" mesmo.
