Osmario procura novos colunistas
Postado: 25 de junho de 2010
Visitantes: 328 Categoria: Causos
Há muitos outros contadores de causos perdidos nesse mundão
Recebi há poucos dias um telefonema do Dr. Ivan Jerônimo Marcondes Ribas,
contando-me que visitou o site de Curiúva e que havia lido as histórias
ali registradas. E que deu boas gargalhadas, recordando daquele velho
tempo de piá no antigo Caetê. E, como o Ivan tem grandes histórias para
contar, o convidei a vir participar aqui nessa coluna.
Para quem não sabe o Ivan Jerônimo Marcondes Ribas é de Barro Preto e
primo do Hezir e do Ziran. E quando ia a Curiúva ficava hospedado na
casa de Nhá Nita Prestes. Acho eu que era sua Vó. Ivan ia
frequentemente a Curiúva naqueles tempos idos, principalmente em bailes,
dançador que era ao som da "bandinha do Nho João Ferraz". Assim,
apresentado o Dr. Ivan, grande advogado e eximio contador de "causos"
por certo contará boas passagens daquele bom tempo. Esperamos que
assim o faça. E, que venham outros como os RAFFOS, (princiopalmente o
Ronald), esse foi campeão. Ele não tem uma nem duas, mas, milhares de
histórias que viveu e viu naquele tempo que não volta mais. Temos
grandes figuras ainda vivas que podem henriquicer este espaço com belas
histórias. Quem sabe, cutucando os tigres de vara curta eles venham a
fazer parte desse pedacinho de chão, que a internet nos dá de presente.
Espero que além do Ivan, venham a participar o Hezir, Ziran, Carlos
Cézar, Álvaro Franco de Souza, Eduardo e Zico Lang. Não esquecendo nunca
dos filhos do seu Adolfo Raffo e Dona Madalena (ambos já falecidos), O
Ronald tem milhares de histórias, o Didio, o Reginaldo (colocava corvo
dentro do cinema e pó de mico nas cadeiras, uma vez colocou uma
raposa). Nessa época o cinema era explorado pelo Tenório que era também
dono do bar, onde ficávamos a tarde inteira jogando pimbolin e o
Gilberto Fadel era um craque, ninguém ganhava dele. E por aí vai, vamos
contar, enquanto estamos passeando pela terra como dizia o Campeiro,
porque depois............ tudo vira cinzas.
Osmário Martins Ribas
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